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Você escolhe o município e o ano. O aplicativo consulta o DigiSUS Gestor, o sistema do Ministério da Saúde, e traz as diretrizes, metas e números já enviados pelo município.
O FarolRAG simplifica a extração, análise e interpretação do Relatório Anual de Gestão (RAG), utilizando recursos de inteligência artificial para comparar o planejado com o executado.
O FarolRAG abre em painel.farolrag.app, com login da equipe. Você escolhe o município e o ano, busca o Relatório Anual de Gestão e vê o farol de cada meta.
Todo ano o município promete resultados de saúde (quantas pessoas vacinar, quantas mortes evitar, que cobertura alcançar). No fim do ano, ele presta contas. O FarolRAG lê essa prestação de contas e organiza o julgamento de cada promessa.
Você escolhe o município e o ano. O aplicativo consulta o DigiSUS Gestor, o sistema do Ministério da Saúde, e traz as diretrizes, metas e números já enviados pelo município.
Não é “achismo”. Uma calculadora interna decide se cada meta foi alcançada, usando o sentido do indicador (maior ou menor é melhor) e o valor combinado na Programação Anual de Saúde.
Depois do julgamento, uma inteligência artificial só redige o texto técnico por diretriz. Ela não inventa se a meta foi cumprida: recebe o veredito já calculado e explica em português.
Se estas cinco peças encaixarem, a tabela deixa de parecer um código secreto.
É o plano do ano: o que o município se comprometeu a alcançar. No aplicativo aparece como Meta PAS — o número-alvo combinado.
É a prestação de contas no fim do ano. O FarolRAG lê só a parte de diretrizes, objetivos, metas e indicadores — não o restante da RAG.
Exemplo: “fortalecer a vigilância em saúde”. Agrupa várias metas. Os pareceres da inteligência artificial são escritos por diretriz, não linha a linha.
O texto do compromisso (“manter a cobertura da atenção básica”). É o que se quer fazer. Às vezes o texto da meta e o do indicador vêm trocados na fonte; o aplicativo lê o conteúdo, não só o rótulo da coluna.
O que de fato se mede (“cobertura populacional estimada pelas equipes”). A polaridade — se maior ou menor é melhor — nasce daqui, não do verbo bonito da meta.
O caminho na tela é sempre o mesmo. Nada precisa ser instalado no seu computador além do navegador e da senha que a equipe recebeu.
Metas apuráveis diz quantas linhas deram para julgar, no total. Alcançadas conta só as verdes. % das apuráveis é o farol resumido: vermelho abaixo de 40%, laranja até 70%, verde acima disso. Linhas amarelas e azuis não entram nessa porcentagem.
Pode ser que aquele município ainda não tenha enviado a RAG daquele ano, ou que o relatório não exista na base. O aplicativo avisa e não inventa tabela. Também avisa se muitas metas da Programação tiverem o mesmo número — sinal de preenchimento copiado, não de planejamento indicador a indicador.
Buscar dados e gerar pareceres demora porque depende da internet e da escrita da IA. O aplicativo foi feito para duas pessoas trabalharem juntas sem uma travar a tela da outra.
Esta é a lógica mais importante do FarolRAG. Misturar as duas coisas é o que costuma gerar erro em análise de RAG.
Para cada linha, o aplicativo:
Essa parte não usa inteligência artificial. Amanhã, com os mesmos números, o veredito será o mesmo.
Quando você clica em Gerar com IA, cada diretriz recebe um recado já mastigado: quantas metas foram alcançadas, quais não, quais ficaram de fora do percentual, polaridade, alertas.
A inteligência artificial escreve no máximo três parágrafos, em tom de auditoria em saúde. Ela é instruída a:
“100% de execução” não significa sucesso. Em mortalidade, um número executado maior que a meta é piora. O aplicativo escreve na tabela Quanto maior, melhor ou Quanto menor, melhor. Arraste os controles e veja o farol mudar.
Quanto maior, melhor. Meta da Programação: 80.
Como vacinar mais gente, cadastrar mais famílias ou encerrar mais casos no prazo: o copo deve encher.
Quanto menor, melhor. Meta da Programação: 12.
Como óbitos, infestação por Aedes ou sífilis congênita: o vazamento deve diminuir. Ficar abaixo da meta é vitória, mesmo que o “percentual de execução” pareça baixo.
Cada linha da aba Metas ganha uma cor. Só verde e vermelho entram no percentual de alcance.
É o “antes”: o valor de referência (muitas vezes de um ano anterior). Serve para ver se a Programação puxou o indicador para o lado certo. Se quase todas as linhas de base do relatório forem o mesmo número, o aplicativo desconfia e não usa essa tendência para decidir a polaridade.
Não mudam sozinhos o cumprimento. São o farol amarelo: meta nula, possível troca de assunto entre meta e indicador, polaridade da Programação invertida em relação à linha de base, percentual da fonte diferente da conta, superexecução (resultado bem acima da meta em indicador de aumento) ou ano da linha de base posterior ao exercício.
Na aba Metas: planilha e PDF da tabela julgada, com uma folha de metodologia. Na aba Avaliação: planilha e PDF dos pareceres por diretriz. Os arquivos saem nomeados com o município e o ano, por exemplo RAG_cuiaba_2025_metas.pdf.
Do DigiSUS Gestor, no momento em que você clica em Buscar dados. Não há planilha escondida no aplicativo. Se o Ministério atualizar o relatório, a próxima busca traz a versão nova.
Porque o indicador é do tipo “quanto menor, melhor”. Se a meta era 20 óbitos e o município registrou 10, a conta 10 ÷ 20 dá 50% — e mesmo assim a meta foi alcançada. Olhe sempre a coluna Polaridade antes do percentual.
O FarolRAG refaz a conta resultado ÷ Meta PAS. Se a diferença for maior que um fiapo (0,1 ponto), ele acende o alerta “percentual da fonte inconsistente”. Vale conferir o cadastro no DigiSUS.
Ela pode escrever com ênfase demais, como qualquer texto gerado. Por isso o julgamento numérico fica na calculadora, e o parecer só comenta o que já veio classificado. Leia o texto como rascunho técnico de apoio, não como decisão automática.
Não. A aba Metas, os cartões, os alertas e os arquivos Excel/PDF das metas já fecham o ciclo de análise. A IA é um extra para redigir o parecer por diretriz.